Aqui está nossa seção sobre
gente como nós, como você, que faz acontecer e assim contribui
para a história da nossa região. Estudantes, Corretores,
Pintores Artísticos, Pescadores. Pessoas que estão presentes na
nossa história do dia a dia, talvez as mais importantes, pois
ajudam a escrever as páginas de nossa vida. Venha você também
contribuir enviando seu relato pessoal contendo sua história e
foto digital ou digitalizada, que analisaremos e sendo de
relevante interesse, publicaremos no site.
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Marcelo Pires |
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Marcelo Pires Cavalcante
é talvez um dos pescadores mais conhecidos e competentes
de Itanhaém. “Gente boa”, honesto e muito esforçado, é amigo de todos. Ele gosta de um bom "causo" com os amigos,
papeando sobre sobre as pescarias e tudo o que vê e sente,
durante suas viagens no mar. “Não sou caiçara de origem" diz ele. "Nasci em São Paulo, mas vim para o litoral,
para Itanhaém, quando era ainda bem
pequeno. Trabalhei em diversos ramos de atividade e talvez
pelo destino tornei-me pescador. Alguns anos atrás, tinha um
barco, propriedade minha mesmo. Fazia um bom dinheiro com o
produto da pesca, suficiente para mim e minha família. Gosto
do que vejo no mar. os golfinhos sempre acompanhando o barco,
as baleias, raias jamantas,
cações e caçoas enormes. O mar aqui no Litoral Sul é muito
rico e tem muito peixe. A costeira muitas vezes tem a
água um pouco turva, não devido à sujeira, mas às correntes marítimas
que levantam a areia do fundo. Quando eu saio um pouquinho
só para fora da costa, a água é muito transparente,
é...completamente azul. Além disso, no litoral de Itanhaém, estão
as ilhas mais famosas do litoral sudeste brasileiro que são
a Queimada Grande, que é a ilha das jararacas ilhôas e a
Queimadinha. A água perto da Queimada Grande é muito azul,
quase não dá para acreditar...Não podemos chegar perto da
ilha porque é área de preservação, mas mesmo assim, de cima,
do convés do barco, você olha para baixo e vê as raias
jamanta nadando lá embaixo na água. É muito bonito! Parece que o barco está
flutuando no céu!”
Contudo, há alguns anos atrás,
o Marcelo foi protagonista de uma historia digna de registro
e que segundo ele mesmo, jamais poderá esquecer...
"Certa
vez saímos de barco, bem cedo, de madrugada, para a nossa
pescaria diária. Éramos três, eu e mais duas pessoas que
trabalhavam no barco, sendo uma delas, um senhor de meia
idade. Quando estávamos no cascalho, uma área onde o fundo
do mar é meio pedregoso, próximo da ilha da Laje da
Conceição, escutei um barulho, como um "tum" no casco do
barco. Fiquei apreensivo pois poderia ser um sinal de que o
casco tinha batido no fundo ou de que uma pedra o tinha
atingido. Procurei imediatamente no porão do barco algum sinal de
estrago, mas nada vi. Mas o pior estava por vir. Alguns
momentos mais tarde, o betume que dá liga nas vigas de
madeiras do barco não resistiu e a água começou a entrar bem
abundante. Não deu tempo nem de pedir socorro pelo rádio. Estava escuro e havia névoa, não era tempo de
verão. Não enxergávamos nada. Tudo aconteceu de repente e
quando nos demos conta estávamos no escuro total e dentro da
água fria. O barco tinha afundado. Agarramos-nos nuns
tambores e foi tudo o que me lembro daquela hora. Gritei para que
ficássemos todos juntos e adverti que existem redemoinhos no
mar, que chegam repentinamente e que podiam nos levar para
bem longe em questão de minutos. Disse aos outros que também
havia correntes que poderiam nos levar para a praia do
Cibratel ou que então nadássemos na direção dessa praia que é bem extensa. Olhei
para cima quando o dia amanheceu. Nada podia ver, a não ser
o nevoeiro branco a um braço de distância do meu rosto. Sou
evangélico, crente. Pedi a DEUS que me poupasse, pensava nos
meus filhos. Fazia muito frio. Acho que ficamos mais de 14
horas na água. Nossos amigos, também pescadores, lá da praia
dos pescadores, a Prainha, sentindo nossa falta na parte da tarde, como
fazem de costume, sempre checando quem voltou da pescaria,
saíram em nossa busca e nos encontraram por volta das 5
horas da tarde. Fomos direto para o hospital, desidratados e
com muito frio. Foi um milagre terem nos encontrado, agradeci
muito a DEUS por isso. Essa aventura, se é que eu posso
chamar assim, nunca mais poderei esquecer! Ninguém pode ter
idéia da real imensidão do mar, a não ser quando se está
dentro dela." Hoje em dia o Marcelo continua
trabalhando e no mar e gostando muito do que faz. Ele é um dos mestres mais competentes da
cidade. Quem quiser ouvir ele contar este e outros
"causos", vá até as marinas do Portinho que ele está sempre
por lá.
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Ernesto Zwarg
descendente de alemães, mudou-se para Itanhaém. Lecionava Inglês
e Português, mas gostava de ensinar Ecologia. O Professor, que
ainda organiza caminhadas para a Juréia, foi contagiando e
despertando o amor pelo meio ambiente em várias pessoas: seus
alunos, amigos, estudantes e jornalistas. Foi um dos militantes
envolvidos no tombamento da área da Juréia, transformada em
Estação Ecológica Juréia Itatins em junho de 1986. Não fosse o
trabalho dele e da ONG SOS Mata Atlântica, a Juréia hoje em dia
abrigaria usinas nucleares.
Percebendo o Professor a gravidade da situação na época, criou
um Foro Ecológico nas Ruínas do Abarebebê, em Peruíbe. Expondo o
problema, o professor ajudou a impedir que a Nuclebrás
construísse as usinas nucleares. |
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Zwarg - Juréia |
Ernesto Zwarg |
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O
empenho deste Ambientalista incansável foi tanto, que
certa vez, vestido de pirata, alugou um barco e com
autoridades e simpatizantes a bordo, realizou um
espetáculo teatral, ajudando a devolver as praias aos
banhistas na região de Cananéia. Apoiou a conservação do
Morro do Sapucaí na Praia do Sonho, que hodiernamente,
poderia estar repleta de edifícios projetados sem rede
de esgoto. É dele o mérito por ter saído vencedor na
Primeira Ação Popular ajuizada no Município de Itanhaém contra edifícios.
Como andarilho, vindo de cá e lá, sempre era recebido
com carinho pelos caiçaras, um povo simples e
hospitaleiro. O Professor também exerceu a função de
Jornalista por muitos anos e de forma exemplar, em
defesa do meio ambiente e da paz mundial. Não bastasse,
é igualmente estudioso da música, história e cultura do
Litoral de São Paulo, tendo recebido muitas homenagens,
dentre as quais, aquela da Câmara Municipal de Santos e
do Instituto Hans Staden. Fica aqui, portanto, o registro de nossa
homenagem e gratidão ao Emérito Professor por seu
incansável trabalho em prol da ecologia. Acesse a
página da Família Zwarg.
Clique
Aqui!
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Sra. Lina de Lima é jovial,
simpática, Poetisa e ama a Cidade de Itanhaém. "Morei aqui há
muito tempo, depois me mudei para Belo Horizonte, mas enfim
acabei retornando" ; ela comenta sorrindo. "Morava
inicialmente no Cibratel 1, hoje em dia moro no centro e faço
parte da Academia Itanhaense de Letras". A Academia foi
fundada em 19 de julho de 1997 por iniciativa do saudoso Rubens
Maranhão, o qual se tornou seu primeiro presidente. Ao longo
desses anos, contou com a presença de vários escritores de
Itanhaém. Hoje são 25 Membros Efetivos e 16 Membros
Correspondentes, 15 deles residentes no Brasil e 1 na Tailândia.
Nossa Academia Itanhaense de Letras tem como Acadêmico Honorário
o Poeta Paulo Bomfim, fato que muito enobrece a casa. |
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no Rio Itanhaém |
Sempre Simpática |
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A
Academia já publicou 2 obras: "Flores de Pedra" e a
última, "Um Toque de Literatura", da qual, com a devida licença,
publicaremos três poesias desta Poetisa para o deleite dos leitores do
nosso site. A sede da Academia fica na Rua Cunha
Moreira, nº 71, Centro, Itanhaém, S.P., CEP 11740-000. Você
também poderá acessar o site da Academia Itanhaense de Letras em:
http://academiail.topcities.com
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Barco da Vida
Num porto
De um lugar qualquer
Um barco ancorado
Pessoas vão chegando
Pessoas que vão partindo
Deixando muita saudade
Seus lenços vão acenando
Em sinal de amizade
Algumas vão passear
Outras tentarão encontrar
Neste barco
Os seus sonhos
A esperança
O Shangrila
Esse porto
Somos nós
O barco é nossa vida
Difícil de controlar
Mas o homem é
Um guerreiro e lutará
Sem cessar
O porto somos nós.
O barco é nossa vida...
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Carrossel da Vida
Mais um ano que passa...
Tivemos dias de alegrias.
Tivemos dias de tristezas,
Neste carrossel da vida.
Há dias de sol...
Há dias de chuva
O sol vem para iluminar a terra...
Fazer germinar as sementes
A chuva para molhar a terra,
Pra o homem plantar.
As tristezas...
Nos mostra como somos pequenos
Insignificantes
Diante a tanta grandeza.
A alegria é...
A recompensa;
Por sabermos vencer...
As barreiras do dia a dia.
Como o sol e...
A chuva...
Tudo tem seu momento.
Com a tristeza.
Percebemos que somos...
Como toda gente.
Com a alegria... Agradecemos a Deus;
Assim vai seguindo...
O carrossel da vida
Por esse imenso Universo
De nome Terra.
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Uma
Canção de Amor
Itanhaém...
Uma cidade
Do Brasil Colonial
Aqui há muito pouco da história
Só restaram...
As casas da Praça Carlos Botelho.
A cadeia, a Igreja e o Convento.
Do passado...
Ficaram muitas histórias, e
Lendas contadas pelos avós
Por esse solo...
Caminhou gente importante.
Martins Afonso, Leonardo, o
Padre voador.
O Anchieta...
Que escreveu
Poemas à Virgem
Nas praias virgens
Desse Lindo Litoral!!!
Nossa cidade...
Apesar da pouca história?
Tem muita coisa divina
A beleza das praias
Nossas matas e os rios.
Fica tão linda...
Quando o sol aparece
Nos enternecem...
Com uma doce magia
Ao olharmos...
Pro alto, está o Convento
Lembrando-nos
Que a história ainda anda
Por aqui!!!
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Adriano Ferreira Nascimento é jovem
e inteligente. Trabalha atualmente com Projetos Especiais em Itanhaém. "Nasci na Bahia, em Itabuna",
conta ele. "Meu pai era administrador de fazendas e tivemos
que mudar de Itabuna para uma fazenda de cacau.
Às vezes penso como é o destino! Vim de longe,
de uma fazenda, minha família é de origem
humilde. Meu tio veio para cá primeiro e depois
veio a minha família. Trabalhei muito com
jardins no Cibratel e nunca me envergonhei de
meu trabalho, pois todo trabalho onde se sobrevive com o suor do
próprio rosto é honesto e sinto muito orgulho disso. Atualmente
já me formei em uma conhecida Faculdade de Turismo em Santos.
Sou Turismólogo e continuo a trabalhar arduamente. |
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na Casa de
Câmara |
Praia do
Cibratel |
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"Me considero um
privilegiado pois sou vitorioso e batalhador. Amo a cidade que vivo,
Itanhaém. Adoro meu bairro, que é um lugar calmo e bem pertinho da
Serra, da Mata Atlântica. Quando comecei a fazer jardins, trabalhava junto
com meu irmão e meu tio, já falecido. Estudei, conclui o antigo colegial e
com minhas economias, consegui fazer vestibular e passar na
Faculdade. Continuei a fazer jardins. Certa vez
eu quis estudar inglês, mas como não tinha dinheiro suficiente, ofereci meus
serviços de jardinagem para uma escola de inglês da cidade em
troca do curso. Fiz o curso completo. Cheguei até mesmo a fazer
um treinamento para professores de inglês naquela escola e
inclusive a dar aulas. Como
gosto de música, também fiz um curso de teclado aqui na cidade.
Nesse meio tempo, comecei a trabalhar no ramo de Turismo. Hoje
em dia,
trabalho com projetos especiais para o Governo Municipal de
Itanhaém. Continuo estudando
idiomas; atualmente estou fazendo um curso de francês. Meus hobbys favoritos
são música e leitura. Às vezes passo meus dias de folga fazendo
arranjos musicais, tipo DJ."
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Sra. Herta Waesel Müller, é natural
do Estado de Sta. Catarina e é um exemplo de mulher de fibra e
de coragem. Descendente de Alemães e Italianos, mudou-se para a Cidade de
Santo André e depois veio morar em Itanhaém em 1962. "Essa Avenida
Peruíbe era um mato só, e de terra!", recorda com saudades.
"Abrimos nosso Bar, o Mini-Golf logo quando chegamos. Era bem
simples no início, mas depois ficou conhecido como um dos
lugares
mais conhecidos do Cibratel. Era talvez o único bar do Brasil
que possuía mini-pistas de golf. Pessoas dos mais diversos
lugares vinham para
conhecer e jogar golf. Certa vez, acho que foi em 1966, meu
falecido marido, o Sr. Jorge, foi com uns amigos de perua Kombi
pescar logo ali na praia do Peruíbe...praia do Cibratel, perto
das pedras - como se fosse muito longe do nosso Mini-Golf", ela
comenta sorrindo. |
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em casa |
sempre sorrindo |
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"Eles
foram passar picaré, passar a rede no mar. Nunca me esqueço da
quantidade de peixes que trouxeram! Eu até fiquei brava pois não
tínhamos geladeira para tanto peixe. O Cibratel 1... nem tinha
luz, no começo era luz de lampião mesmo. Eu me lembro ainda que
tinha uma casinha branca onde iam instalar um gerador no final
da antiga Rua 20, na saída para o Poço dos Índios. Era tudo mato e as ruas de
terra. Casas? Era uma aqui, outra acolá... mas foi uma época
maravilhosa, boa
e sossegada! Armazém aqui perto, só o Sol Nascente, que foi
demolido para servir de estacionamento do supermercado Krill. O
Belas Artes era mais conhecido como 60. Me lembro das noites com
lampião e um céu estrelado, maravilhoso!" Pensativa, ela
ainda comenta: "Como trabalhei no Mini-Golf e nessa Itanhaém!" – recorda. "Na época da
temporada, chegava a vender mais de 300 batidas e caipirinhas por
mês! Trabalhei muito! Tomava conta do bar, abri
uma pizzaria num salão que construímos no fundo do Mini-Golf. Depois,
a pizzaria fechou e depois de algum tempo, comecei a alugar o
salão para eventos e organizava jantares. Era trabalho de sol a
sol. Me recordo ainda quando a antiga TV Tupi vinha filmar
Mulheres de Areia na Praia dos Pescadores no começo dos anos 70.
Nós arrumávamos uma mesa no salão do fundo, onde era a
pizzaria, para a Eva Wilma e o Carlos Zara ficarem sossegados.
Depois, abri uma imobiliária e administradora de imóveis. O
tempo passou e como sempre deixou suas marcas. Meus filhos
casaram, meu marido faleceu. Itanhaém cresceu muito, o Cibratel
hoje se estendeu bastante, até depois do Bar do Gustavo (que
não existe mais - o Gustavo faleceu no final de 2003).
Continuo morando com meu único filho homem, o Renato. Fui e
continuo sendo muito feliz nessa cidade. Gosto muito daqui e por
isso mesmo quero ficar nesse local para sempre. Mesmo depois da
passagem de meu marido, continuo a trabalhar. Pretendo ainda
conhecer muitos lugares do Brasil e somente depois, quero viajar
para o exterior." Hoje em dia, o Mini-Golf não existe
mais.
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Passos nasceu na Cidade de Juquiá, caminho
para o Vale do Ribeira. Atualmente, ele é
pintor artístico em Itanhaém. "Vim para Itanhaém quando era criança. Hoje
trabalho para a Prefeitura ministrando cursos de pintura na Casa
da Memória (Casa de Câmara e Cadeia) e também vendendo minhas telas. Tenho uma série de
trabalhos de sucesso, inclusive exposições, notadamente a última
realizada durante o Festival de Inverno de 2005 em Itanhaém e na
Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, no Ibirapuera, em
2006.
Gosto de pintar as paisagens da Praia do Peruíbe (Cibratel 1).
Viver aqui e pintar é um privilégio. Muitas vezes
minha esposa me acompanha. Ambos, somos muito batalhadores. Sinto uma
sensação de grandeza, de imensidão, olhando para esses
horizontes longínquos pontilhados pelas serras da Juréia e da
imensidão azul do
Mar. São contrastes de azul e de um verde profundo, irradiados por uma
luminosidade incrível que há neste local. Gosto muito de
viver aqui em Itanhaém. É um lugar sossegado e muito bonito; uma
cidade maravilhosa para
se viver, trabalhar e criar os filhos."
Falta a sua história?
Envie-a para
editor@itanhaemvirtual.com.br acompanhada ou não de foto
digital ou processada por scanner, que analisaremos e
colocaremos no ar. Ajude-nos a divulgar Itanhaém e a
Costa da Mata Atlântica!
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