Conheça como era o Ritual Tupinambá, tal qual Hans
Staden presenciou no século 16, quando esteve cativo dos
índios Tupinambás. Este relato é preciso e descrito com
detalhes, dando uma idéia de como era a vida nas aldeias
naquela época. O inimigo, depois de capturado, era
abatido para "seguir vivendo dentro dos outros
guerreiros", os quais, na ignorância, pensavam adquirir
as forças e coragem dos opositores. Este costume era
praticado em toda a costa do Brasil, desde Pernambuco
até o Litoral Paulista e deu muito trabalho aos
Jesuítas, que através da catequese, conseguiram abolir
esta prática.
clique para ampliar
1
(...) quando os prisioneiros são trazidos para casa, as
mulheres e os filhos dos selvagens têm permissão para bater
neles (...)
2
(...) as mulheres levam o prisioneiro algumas vezes até
o local e dançam em volta dele (...)
3
(...) a ibira-pema é pendurada em uma haste acima do
chão de uma cabana vazia, em volta da qual os selvagens
dançam e cantam durante a noite (...)
4
(...) o rosto do prisioneiro é pintado da mesma maneira, com
as mulheres cantando em volta enquanto uma delas faz a
pintura (...)
5
(...) quando começam a beber, carregam o prisioneiro para o
local e fazem-no beber junto, divertindo-se às custas dele
(...)
6
(...) a mussurana é retirada de seu pescoço,
amarrada em volta do corpo e retesada dos dois lados (...)
muitas pessoas seguram o cordão em cada extremidade (...)
a corda mussurana e
a ibira-pema
7
(...) quando a pele está retirada, um homem pega o morto e
corta as pernas acima do joelho e os braços junto ao corpo
(...)
8
(...) são as mulheres que levam as vísceras, das quais,
depois de cozidas, fazem uma papa denominada mingau, que
elas e as crianças bebem (...)
9
(...) as mulheres comem as vísceras e também a carne da
cabeça; os miolos, a língua e o que mais for aproveitável,
são as crianças que recebem (...)
clique para ampliar
10
(...) depois de tudo isso, cada um volta para a sua cabana
levando seu bocado (...)
Gostou?
Então Clique Na Seta e Faça Um Tour Pelo Mundo
Tupinambá